Cargo: Pesquisadora de Laboratório
Laboratório: Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas
Linha de pesquisa: mecanismos de patogenicidade da leptospirose
Contato: (11) 2627-9828 | aline.rteixeira@fundacaobutantan.org.br
Lattes|http://lattes.cnpq.br/5262164577914276
Repositório Butantan|https://repositorio.butantan.gov.br/entities/person/ea652a98-76da-484c-a102-9c953f6c53dc
ORCID|https://orcid.org/0000-0002-1171-8312
Scopus|https://www.scopus.com/authid/detail.uri?authorId=56622148200
Biblioteca FAPESP|https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/176374/aline-rodrigues-florencio-teixeira/
Google Scholar|https://scholar.google.com/citations?user=d_FzzK4AAAAJ&hl=pt-BR
Possui graduação em Licenciatura e Bacharelado em Ciências Biológicas pela Universidade do Grande ABC (2007), mestrado em Microbiologia pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (2011) e doutorado em Biotecnologia pelo programa de Pós-Graduação Interunidades em Biotecnologia USP/ Instituto Butantan/ IPT (2016). Possui estágio de Pós-Doutorado no Instituto Butantan (2016-2022), no "Department of Veterinary and Animal Sciences at University of Massachusetts, Amherst, USA" (2019-2020) e na Universidade Federal do Grande ABC (2022-2023). Durante o período de 2023 a 2024, desempenhou o cargo de Tecnologista de Laboratório e, desde Junho de 2024, atua como pesquisadora no Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas do Instituto Butantan.
Nosso grupo se dedica à pesquisa da bactéria Leptospira interrogans, responsável por causar a leptospirose. Nosso interesse está na investigação das proteínas de membrana externa dessa bactéria, onde por meio da genômica funcional identificamos, caracterizamos e avaliamos potenciais alvos vacinais para o desenvolvimento de uma vacina para leptospirose. Além disso, a caracterização dessas proteínas, bem como a geração de mutantes, que promovem a perda ou ganho de função, contribui para o entendimento dos mecanismos de patogenicidade envolvidos no processo de infecção da doença.
A leptospirose é uma zoonose de importância global causada por espiroquetas patogênicas do gênero Leptospira. O homem é o hospedeiro acidental e terminal da doença, e pode apresentar um quadro variado de manifestações clínicas. Anualmente, cerca de 1 milhão de pessoas são acometidas pela doença no mundo, resultando em aproximadamente 60 mil mortes. A maioria das vacinas disponíveis para leptospirose é de uso veterinário, e apenas em alguns países, como China, França e Cuba existem vacinas aprovadas para uso em humanos. Porém, essas vacinas são constituídas de bactérias inativadas e promovem proteção apenas para o sorovar contido naquela preparação vacinal. Além disso, por promover uma imunidade T- independente, essas vacinas falham em gerar uma resposta imune de memória.
Programa de Pós-Graduação Interunidades em Biotecnologia. UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (ICB, IB, FMVZ, EP) - INSTITUTO BUTANTAN - INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS
Alunos atuais
Igor Rodolpho Matheus Silva - Doutorando (Bolsista FAPESP - 2022/08985-5) - Coorientação
Henrique Machado Pires- Doutorando (Bolsista CAPES) - Coorientação
Julia Emanueli Lopes Paixao- Doutoranda (Bolsista FAPESP - 2025/22574-6) - Orientação
Felipe Lima Santos - Mestrando (Bolsista CAPES) - Orientação
Em Andamento
Pesquisadora associada no Auxílio Temático: Avançando no entendimento da patogenicidade e virulência da Leptospira interrogans através de análises proteômicas, estruturais, mutagênicas e imunológicas. Processo: 2019/17488-2 - Vigência: 1/12/2020 - 30/11/2026. FAPESP
Instituto Butantan: Dra. Ana Lucia Tabet Oller do Nascimento.
Faculdade de Medicina Veterinária-USP: Prof. Dr. Silvio A Vasconcellos, Prof. Dr.Marcos Heinemann e Dra. Gisele Souza.
Instituto Adolfo Lutz, São Paulo, SP: Dra. Eliete C Romero.
Instituto Pasteur, São Paulo, Brazil/ Instituto Medicina Tropical de São Paulo USP, Brazil: Dra. Karin Kirchgatter.
Universidade Federal do Grande ABC -UFABC: Dr. Wendel Andrade Alves