Cargo: Pesquisador de laboratório
Laboratório: Laboratório de Bioquímica
Linha de pesquisa: espectrometria de massas, proteômica e metabolômica; neurociência e oncologia; prospecção de biomoléculas e fisiologia celular
Contato: (11) 2627-9745 / 2627-6753 | emidio.beraldo@butantan.gov.br
Lattes|http://lattes.cnpq.br/6804679327643506
Google Scholar|https://scholar.google.com/citations?user=Si6alPoAAAAJ&hl=pt-BR
ORCID|https://orcid.org/0000-0002-4735-5162
ResearchGate|https://www.researchgate.net/profile/Emidio-Beraldo-Neto
LinkedIn|https://www.linkedin.com/in/emidio-beraldo-b1a02783/
Formado em Biomedicina pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), mestre em Farmacologia e doutor em Bioquímica pelo Instituto Butantan. Realizou pós-doutorado no Departamento de Biofísica na Escola Paulista de Medicina - UNIFESP. Desde maio de 2022, atua como pesquisador científico no Laboratório de Bioquímica do Instituto Butantan. Sua pesquisa é focada na prospecção de novas moléculas bioativas de venenos e secreções animais com potencial biotecnológico, antitumoral e neuroprotetor; e na descrição de alterações de vias metabólicas e de sinalização de complexos proteicos relacionados à plasticidade neuronal e sináptica, mecanismos de ação de novas moléculas no SNC e alterações em modelos de distúrbios neurodegenerativos, através de técnicas de proteômica e metabolômica.
A neurociência e a oncologia enfrentam desafios complexos no entendimento e tratamento de doenças. Ferramentas avançadas como a espectrometria de massas, a proteômica e a metabolômica são cruciais para analisar biomoléculas, oferecendo uma visão detalhada dos mecanismos moleculares envolvidos. Na neurociência, essas técnicas revelam proteínas e metabólitos associados a doenças neurodegenerativas, facilitando a descoberta de novos alvos terapêuticos. Na oncologia, permitem identificar biomarcadores específicos de tumores e entender as vias de sinalização celular, promovendo o desenvolvimento de terapias mais eficazes e personalizadas. Os canais iônicos desempenham um papel crucial nessas doenças, sendo super expressos e/ou reguladores de uma série de funções fisiológicas. Entre as fontes naturais de moduladores desses canais, as toxinas dos escorpiões, especialmente os peptídeos, destacam-se pela capacidade de influenciar a atividade dos canais iônicos. A modulação desses canais por peptídeos pode ter tanto consequências terapêuticas quanto patológicas, e a pesquisa nessa área busca explorar seu potencial como ferramentas para o desenvolvimento de novos medicamentos. A prospecção de biomoléculas de fontes naturais, como venenos, complementa os estudos em neurociência e oncologia, potencializando a criação de novos fármacos e tratamentos.
Ciências – Toxinologia, Instituto Butantan
Kemellyn Cristina Panchera
Lais Campelo Mendes
Guilherme Gonelli Paz
Universidade Federal do ABC (UFABC)
Universidade São Francisco (USF)
Universidade Estadual de São Paulo (UNESP)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
UNNE, Argentina